Divagação sobre a vida dos funcionários públicos: suspiros e desabafos

01
Fev 14

"QUANDO EU PERDER A CAPACIDADE DE INDIGNAR-ME ANTE A HIPOCRISIA E AS INJUSTIÇAS DESTE MUNDO, ENTERRE-ME: POR CERTO QUE JÁ ESTOU MORTO."

Augusto Branco

 

Combato as duas, diariamente, no meu local de trabalho, mas já me começam a faltar as forças...

 

 

 

publicado por Eusinha às 11:01
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29
Set 09

 

são mais os caciques do que os índios.

Mas mesmo assim, dia um de Outubro saem dois índios e entram dois caciques. Fixe, não é? Para mandar aparecem muitos, para trabalhar, não é preciso, já lá estão os índios...

publicado por Eusinha às 00:41
sinto-me: desanimada

11
Abr 07

Muito se tem falado do "canudo", ou falta dele, do 1º Ministro José Sócrates.

Tal assunto suscitou-me algumas dúvidas. 

 Atendendo a que qualquer funcionário público que preste falsas declarações vê serem-lhe aplicadas sanções nos termos da lei, em ser verdade que o senhor não tem o canudo, quais as sanções que lhe poderão ser impostas?

Se tivermos de recuar no tempo, quantas pessoas terão de ser penalizadas por eventual envolvimento neste caso?

Nunca terá sido confirmado a veracidade do diploma ou certificado de habilitações do senhor 1º Ministro?

Terá o senhor 1º Ministro de ser substituído ?

Quais os custos para o país, desta mentirinha (se efectivamente se provar que o é)?

O que levará alguém a prestar falsas declarações nesta área?

 

De todas as questões que coloquei, apenas tenho resposta para a última: VIVEMOS NUM PAÍS DE DOUTORES! Parece que as pessoas só merecem respeito se acenarem com os "canudos".

Esquecem-se do principal: SEREM PESSOAS! A grandeza de cada um reside no facto de ser ele mesmo, dos actos que pratica, da magia que emana, etc.

Um "canudo", não passa disso mesmo. Aquilo que se faz com ele, aliado aos próprios valores, faz toda a diferença.

Felizmente conheço gente GRANDE, sem "canudo", mas, infelizmente conheço muita gente com "canudo" que se escondem atrás dele com a finalidade de serem valorizados. Destes últimos tenho pena. Sabem porquê? É enorme a sua pequenez...

 

A propósito de tudo isto, foi-me contado por uma amiga, que após a tomada de posse do Governo Regional dos Açores, pelo seu actual presidente, numa entrevista dirigiram-se ao senhor Carlos César, e chamaram-no de doutor, ao que ele terá respondido que não o era.

Se tal facto for realmente verdade, tiro daqui o meu chapéu a alguém que conseguiu por esforço e mérito próprio, chegar aonde chegou, sem ter necessidade de se fazer passar por doutor.

 

 

 

publicado por Eusinha às 13:47
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